Consulta de trabalhos


Monografia
RENTABILIDADE E PRODUTIVIDADE DO MILHO SEGUNDA SAFRA EM FUNÇÃO DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOSES DE NITROGÊNIO E FÓSFORO
Dado impacto da adubação fosfatada e nitrogenada na a sustentabilidade produtiva e econômica do milho, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a máxima eficiência técnica (MET) e a máxima eficiência econômica (MEE) das adubações fosfatada e nitrogenada em milho segunda safra, cultivado em sucessão “soja/milho”. O experimento foi conduzido em condições de campo sob um Latossolo Vermelho Eutrófico, em área experimental pertencente à Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), em Bandeirantes, Paraná. Utilizou-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com 4 repetições, totalizando 28 unidades experimentais. Os tratamentos foram organizados da seguinte maneira: Zero N; Zero P; Dose recomendada de N e P (100 kg/ha de N e 37,95 kg/ha de P); Metade da dose recomendada de N (50 kg/ha de N); Metade da dose recomendada de P (15,75 kg/ha de P); 150% da dose recomendada de N (150 kg/ha de N) e 150% da dose recomendada de P (56,93 kg/ha de P). Os “valores - base” para o levantamento do custo operacional total (COT) foram determinados a partir da compilação de dados fornecidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), para a safra 23/23 de milho. O preço de venda médio da saca de milho (60 kg) foi determinado pela média aritmética das variações mensais, compilados a partir do banco de dados fornecido pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA - Esalq/USP), considerando o período entre janeiro de 2023 a dezembro de 2023. Os incrementos de produtividade em relação as adubações nitrogenada e fosfatada foram estatisticamente significativas, desse modo, foi possível estabelecer relações entre produtividade e doses de N e P. A MET para a adubação nitrogenada correspondeu à dose de 120 kg/ha de N; para o P, pelo comportamento linear da equação de regressão, sugere-se que ainda há margem para incrementos de produtividade para doses acima de 56,93 kg/ha (150% da dose recomendada). Os incrementos de rentabilidade foram modelados conforme uma equação de segunda ordem. Assim, a MEE correspondeu a dose de 100 kg/ha N. Para o P, não foi possível estabelecer um ponto de máximo, indicando que ainda há margem para incrementos de rentabilidade com a aplicação de doses acima de 56,93 kg/ha.
Máxima eficiência técnica; Máxima eficiência econômica
AGRONOMIA
Português
2024
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANA
PR
BANDEIRANTES
AUTOR(ES) DO TRABALHO:
NOME: MARCOS
PRENOME: YASSUHIRO
SOBRENOME: INOUE
ORIENTADOR(ES) DO TRABALHO:
NOME: ORIEL
PRENOME: TIAGO
SOBRENOME: KÖLLN