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Monografia
ACOMPANHAMENTO TÉCNICO A SOJICULTORES DO SUDOESTE DO PARANÁ
A soja (Glycine max) entrou no Brasil por volta de 1882 no atual Estado da Bahia, sendo que hoje o Brasil é o segundo maior produtor mundial dessa leguminosa. Há pesquisas apontando que até 2025, o Brasil se tornará o maior produtor mundial. A região do Sudoeste do Paraná contribui com a produção brasileira de soja. Dotado de solos férteis e condições climática favoráveis, a região vem apresentando produtividades médias de 3.700 kg ha-1. Como o clima da região permite duas safras de verão durante o ano, muitos agricultores aderem à prática, porém, isso vem acarretando prejuízos diretos e indiretos ao produtor. Por exemplo, a safrinha da produção 2016/17 refletiu no cultivo da soja 2017/18, acarretando maior incidência de pragas, plantas daninhas e atraso de semeadura. A maior incidência de pragas foi por conta da espécie Agrotis ipsilon, principalmente por manejos incorretos na entressafra. Da mesma forma, ocorreu para plantas daninhas em que se observou maior incidência em áreas de pousio. As semeaduras tiveram início em meados de setembro e estenderam-se até início de novembro. Por conta de escassez de chuva, vários agricultores que semearam a soja em solos com baixa umidade tiveram que realizar nova semeadura, aumentando os custos. Ainda assim, é comum sojicultores salvarem sua própria semente com o intuito de reduzir custos. No entanto, essa semente não recebe os devidos cuidados quanto a manejos e armazenamento, acarretando em baixa germinação e vigor no campo. Assim, associado a sementes de má qualidade, condições climáticas desfavoráveis e cultivares precoces, houve vários relatos de insucesso na implantação da cultura. Dentre as cultivares mais semeadas na região, destaca-se a soja TMG 7262. A adubação mais frequente foi em média 300 kg ha-1 do formulado 05-25-15. Já o controle de plantas daninhas ocorreu por volta do estádio V1 da cultura da soja. Atualmente, meados de novembro, a maior parte das lavouras de soja da região acompanhadas encontra-se no estádio V5. O presente estágio agregou conhecimentos pessoais e principalmente profissionais, pois possibilitou vivenciar na prática adoções de manejos eficientes aprendidos ao longo do curso de graduação em agronomia.
Glycine max intempéries climáticas vigor safrinha
AGRONOMIA
Português
2017
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE
PR
GUARAPUAVA
AUTOR(ES) DO TRABALHO:
NOME: ISMAEL
PRENOME: ERCY
SOBRENOME: GUERRA
ORIENTADOR(ES) DO TRABALHO:
NOME: JACKSON
PRENOME:
SOBRENOME: KAWAKAMI